Afastado dano moral coletivo em revista aleatória de bolsas e sacolas em fábrica da Unilever

25/04/2017 / por MoselloLima Advocacia

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A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do Ministério Público do Trabalho (MPT) contra decisão que afastou a ocorrência de violação à intimidade de empregados da fábrica da Unilever Brasil Gelados do Nordeste Ltda., em Jaboatão do Guararapes (PE), que tinham bolsas e mochilas Cheap Buffalo Cheap Buffalo Bills Jerseys Bills Jerseys revistadas ao fim da jornada. No entendimento mantido Cheap Buffalo Bills Jerseys pela Turma, a conduta da empresa não configurou dano moral coletivo, uma vez que o procedimento era realizado de modo impessoal, geral e sem contato físico ou exposição da intimidade dos trabalhadores.

De acordo com os autos, a revista ocorria por meio de sorteio, feito com bolas verdes e vermelhas numa sacola na portaria. Os empregados que pegassem a bola verde eram liberados, e os que sorteassem a vermelha eram encaminhados a uma sala para que esvaziassem as bolsas para a buffalo bills Jerseys from china revista. Segundo a Unilever, a medida foi tomada após a constatação de furtos de bens da empresa, como pequenos objetos e produtos fabricados na unidade (sorvetes e picolés).

Para o MPT, a conduta da multinacional ultrapassou seu poder diretivo cheap replica buffalo bills Jerseys e, mesmo que feita de forma aleatória, configurou presunção de culpabilidade dos empregados. O órgão requereu que fosse determinado o fim das revistas, com pagamento de multa de R$ 5 buffalo bills Jerseys from china mil mensais por cada trabalhador em caso de descumprimento, e a condenação da empresa em R$ 300 mil por dano moral coletivo. A Unilever, no entanto, sustentou que o buffalo bills Jerseys from china procedimento não foi abusivo, cheap replica buffalo bills Jerseys pois era feito de forma individual e sem contato físico, conforme prevê a jurisprudência.

O juízo da Vara do Trabalho de Jaboatão (PE) julgou improcedente o pedido do MPT. cheap replica buffalo bills Jerseys O Tribunal Regional do Trabalho da 6º Região (PE), ao manter a sentença, ressaltou que, além da ausência de contato físico, a revista era customized buffalo bills Jerseys feita por empregados do buffalo bills Jerseys for cheap mesmo gênero, e aqueles que não portassem bolsas ou sacolas tinham a saída liberada. “A a empresa agiu em estrita atenção ao seu poder fiscalizador, atendo-se aos seus limites”, concluiu.

Ao não conhecer do recurso do MPT ao TST, o ministro Guilherme Caputo Bastos ressaltou que a jurisprudência tem mantido o entendimento de que a revista realizada de modo impessoal, geral, sem customized buffalo bills Jerseys contato físico ou exposição da intimidade, não submete o trabalhador a situação vexatória ou caracteriza humilhação. “Não houve produção probatória no sentido de demonstrar customized buffalo bills Jerseys a ocorrência de situações humilhantes e vexatórias durante as revistas, não se podendo, portanto, entender buffalo bills Jerseys for cheap configurado algum tipo de constrangimento ensejador de dano moral”, concluiu.

A decisão foi unânime.

Processo: RR-1208-37.2013.5.06.0142


Fonte: Portal buffalo bills Jerseys for cheap do TST, acesso em 25.04.2017







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